30 janeiro 2007

Foto do dia

Assim Não!

Não são adeptos do "Sim" nem do "Não" mas do "Assim Não"!!!

A posição mais absurda de toda esta campanha é superiormente dissecada pelos Gato Fedorento!


Os dias de hoje...(continuação)

Um convite à reflexão!
Nos países desenvolvidos, há uma nítida relação entre as doenças mentais e as elevadas disparidades dos rendimentos económicos. Quando aumenta o gradiente socioeconómico, aumenta a patologia mental.

Em contrapartida, as comunidades rurais são menos propensas que as urbanas, assim como as comunidades não industrializadas versus as industrializadas, o desequilíbrio entre o “Ter” e o “Ser”, a favor do primeiro, confunde o querer com as necessidades.

Actualmente as pessoas são convidadas “a ganhar mais, a gastar mais, a querer mais”. Querem ser mais ricos que os vizinhos. Olham permanentemente sobre o ombro para saberem se já foram ultrapassados. Começam a sofrer doenças cada vez mais graves, entre as quais se conta a depressão. Inicialmente surgem o descontentamento e a inveja, depois a patologia social e, nas situações mais graves, explodem graves patologias mentais.

O endividamento patológico das famílias portuguesas é uma realidade e está de pedra e cal na nossa sociedade. Os comportamentos de muitos responsáveis, apelando ao consumo desenfreado e ao criar estereótipos sociais, favorecem o propagar desta pandemia.
Será altura de tentar mudar alguns valores?
O desenvolvimento cultural, o combate ao abandono escolar, o estabelecimento de novos valores sociais, o combate aos novos preconceitos consumistas...

29 janeiro 2007

Os dias de hoje...

"As notícias sobre a violência são uma constante do nosso quotidiano. Abrimos um jornal ou escutamos o noticiário e aparece, inexoravelmente, a violência.
"Violência" nas escolas.
"Violência" desportiva.
"Violência" da polícia.
"Violência" sobre a polícia.
"Violência" dos tribunais.
"Violência" política.
"Violência" religiosa.
"Violência" económica.
"Violência" cultural.
"Violência" publicitária.
"Violência" sexual.
"Violência" rodoviária.
"Violência" moral.
"Violência" jornalística.
"Violência" sobre as crianças.
"Violência" sobre as mulheres.
"Violência" doméstica.
"Violência" racial.
"Violência" laboral.
"Violência" científica.
Enfim, violência!

Faz parte da nossa natureza. É um facto. Mas os diferentes mecanismos criados e desenvolvidos ao longo da nossa existência, enquanto espécie, não têm conseguido domesticá-la. Bem pelo contrário, a criação de novas áreas, quase diria novas arenas, alarga a expressão da violência inata. No fundo, comportamo-nos ao velho estilo paleolítico, com a inevitável moca ou fémur de mamute a esborrachar o crânio do parceiro.A palavra, as atitudes e o comportamento de alguns responsáveis são brutalmente lesivas da integridade de muitos seres humanos, provocando estupefacção e sentimento de revolta, alimentando mal-estar e, nalguns, desencadeando mesmo reacções de brutalidade.
O mundo é dos "brutos"..."
in 4R

28 janeiro 2007

Imagens e Palavras


"Por vezes só um sorriso me liberta e me redime da miséria quotidiana, do lugar vulgar que ocupo no tempo"

27 janeiro 2007

Uma imagem vale mais

O desgoverno da Câmara de Lisboa!
Os escândalos começaram a somar, o dinheiro a sumir. Carmona já disse não ser grave, apenas preocupante!

Algumas opiniões

19 janeiro 2007

Foto do dia


Argumentos do "sim"

«As pessoas do Não têm os seus valores e têm a liberdade para viverem de acordo com eles. Se a lei mudar continuarão a poder fazê-lo. Mas uma percentagem muitíssimo alta de portugueses e portuguesas não tem, neste momento, a mesma liberdade. Na situação actual, o estado português protege os valores específicos dos defensores do Não e não garante a liberdade de escolha aos e às restantes portugueses e portuguesas. O Sim é um voto pela liberdade de escolha de toda a gente - incluindo os defensores do Não. O voto no Não é, pelo contrário, um voto que pretende tomar decisões pelas outras pessoas, impondo uma visão específica (e não apenas defendendo a sua, já que essa continuará salvaguardada. O Sim acrescenta. O Não continua a subtrair.» [link]

18 janeiro 2007

Campanha do "não" muito pouco séria

«Os leigos católicos da Acção Família estão a distribuir, pelas caixas de correio de todo o país, dois milhões de panfletos contra a "liberalização do aborto", nos quais afirmam que "Nossa Senhora chora (...) por milhares de inocentes que podem perder a vida antes mesmo de dar o primeiro gemido".

A Acção Família, que afirma ter financiado os folhetos apenas com dinheiro de doações, vai mais longe e reclama ser importante "dizer que não está de acordo com o assassinato brutal de inocentes ainda no ventre materno", vincando: "Esta é a resposta que a Santíssima Virgem espera de si." Na primeira página, surge a imagem de uma Virgem chorosa, ao lado do texto: "Descubra o que pode acontecer em Portugal no ano em que se comemoram os 90 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima."»
in Público

Este é o panfleto da polémica!



Carrilho embaixador...

Ha poucos dias Manuel Maria Carrilho demitia-se de vereador da CML por ser difícil acumular com as funções de deputado!

«Manuel Maria Carrilho deverá ser convidado para, dentro de um ano, assumir o lugar de representante na missão permanente de Portugal junto da UNESCO, em Paris, substituindo José Duarte Ramalho Ortigão, o actual embaixador.»

Só para rir, para a próxima pode disfarçar melhor!

17 janeiro 2007

Vem aí nova vaga de euros para formação

"Vale a pena recordar o que se passou com os milhões de contos de ajudas comunitárias destinadas a esse fim aquando da adesão de Portugal à CEE e que em grande medida foram desviadas para alimentar as fortunas de muitos dos nossos actuais ricos. O resultado está à vista de todos e a economia portuguesa paga um elevado preço pela corrupção dos responsáveis da altura."

Foto do dia


Todos contra a “Flexisegurança”

"Os patrões já disseram que não queriam pagar mais um tostão para a Segurança Social, já pagam menos do que deviam e muito mais do que gostariam. Os sindicatos chumbaram a ideia sem grandes delongas. No meio, o Governo engasga-se, sabe que mais cedo ou mais tarde vai ter que mudar as regras que regem um mercado de trabalho dos tempos da Revolução Industrial, mas adia dizendo que há muito a estudar.
Os patrões são contra, aceitam a “flexi” mas a “segurança” está a mais, bom seria um mercado de trabalho sem regras e sem quaisquer esquemas contributivos para a segurança social."

15 janeiro 2007

Grandes Portugueses

Já são conhecidos os 10 finalistas do concurso Grandes Portugueses promovido pela RTP:

D.Afonso Henriques
D. João II
Aristides de Sousa Mendes
Vasco da Gama
Luís de Camões
Fernando Pessoa
Infante D.Henrique
Marquês de Pombal
António Oliveira Salazar
Álvaro Cunhal
Quem escolheriam?

Estacionamento perfeito

12 janeiro 2007

Trabalhadores isentos de pagar custas judiciais

Os trabalhadores com ordenados até três salários mínimos nacionais, o correspondente a 1.209 euros, vão ficar isentos de pagar as custas judiciais em processos no Tribunal do Trabalho, revelou a CGTP esta sexta-feira.
“Até 2003, os processos de trabalho pagavam apenas 50 % dos custos, mas com a ministra Celeste Cardona (no Governo de Durão Barroso), passou-se a pagar a totalidade”, tendo muitas pessoas deixado de levar os casos a tribunal por não terem dinheiro para as custas..."
in
Correio da manhã
É de facto revoltante, a morosidade dos processos e as custas a ele associadas têm levado muitos trabalhadores a desistir do que é seu por direito.

Cartoon da semana


(Cartoon roubado aqui)

Referendo sobre IVG

"No debate que em torno do referendo da interrupção voluntária da gravidez nada se vai aprender, se, por um lado, as campanhas recorrem a argumentos de honestidade ou qualidade duvidosa, por outro, trata-se de um tema que qualquer cidadão comum conhece bem, pouco há a esclarecer. Neste país não é necessário ter a quarta classe para se saber quanto custa, onde se faz e os riscos de fazer um aborto, o aborto clandestino faz parte do quotidiano dos portugueses."
Ver outras opiniões:
UBI diz «sim» ao aborto (Associação académica promoveu referendo interno)

11 janeiro 2007

Promover a natalidade!

«Na Alemanha, o governo oferece, desde o dia 1 de Janeiro, 25 mil euros às famílias por cada nova criança que tragam ao mundo. A medida tem como objectivo promover a natalidade, invertendo a tendência de envelhecimento da população.
Quando é que por cá se lembram do mesmo incentivo? O pessoal começava a deixar de jogar no euromilhões... eh eh